Lição número um: não abra arquivos anexados
O primeiro passo para evitar a contaminação é uma recomendação clássica: nunca abra um arquivo não-solicitado recebido como anexo a uma mensagem, especialmente quando se tratar de arquivo executável, scripts ou arquivos que possam conter macros (que podem ser reconhecidos pelas extensões, como EXE, COM, BAT, PIF, VBS, DOC, XLS, PPT, além de outras). Ao contrário do que a maioria das pessoas parece pensar pode-se, sim, viver sem abrir anexos.
Mas se por acaso você descobrir em sua caixa de entrada uma mensagem com um desses anexos, fique tranquilo: o simples fato de a mensagem estar lá não significa que a máquina foi contaminada (desde que não se abra o anexo, evidentemente). Remova-a e avise ao remetente que está disseminando o vírus (tenha em mente que em geral quem envia a mensagem é o próprio vírus, sem que o remetente sequer tome conhecimento).
O próximo passo é opcional, mas confere uma segurança adicional nada desprezível: desabilitar o mecanismo de execução de scripts VB em sua máquina. É claro que isso implica alguma perda de funcionalidade, já que impede a execução de qualquer script. Mas pode valer a pena, pelo menos enquanto durar esta fase aguda de disseminação do I love you. Para fazê-lo, abra o objeto Instalar ou Remover Programas do Painel de Controle, passe para a aba Instalação do Windows, selecione a entrada Acessórios da caixa de dados e clique no botão Detalhes. Procure a entrada Windows Scripting Host, desmarque-a e saia, clicando sempre em OK. Para habilitar a função (passada a onda do I love you) repita o procedimento, marcando a caixa. Finalmente, mas não menos importante: atualize as definições de seu programa antivírus (não tem?!, então instale um o mais rápido possível). (B. Piropo)





