Com o aumento da venda de computadores (só em 2011 foram vendidas 15,4 milhões de máquinas), o uso cada vez mais massificado da internet de alta velocidade e mudanças no comportamento dos internautas, as lan houses ou cyber cafés se viram obrigadas a se adaptarem a uma nova realidade para sobreviverem no mercado. Não existem números precisos sobre a quantidade de empresas deste segmento no Brasil, mas o Comitê para Democratização da Internet (CDI Lan) estima que hoje permaneçam em atividade entre 70 mil a 80 mil estabelecimentos. Alguns anos atrás, este número superava os 100 mil.
Em palestra sobre inovação em Joinville (SC), Carlos Alberto dos Santos, diretor-técnico do Sebrae Nacional, lembrou que já questionou a razão de um empresário dono de lan house ter lhe procurado sendo que ''este negócio já está morrendo''. Mas animou-se quando o estabelecimento sugeriu uma mudança no perfil do negócio, oferecendo o espaço a um segmento específico de estudantes.
E a segmentação parece ser mesmo a saída para as empresas do ramo. Os estabelecimentos localizados em áreas centrais, por exemplo, aproveitam que estudantes e trabalhadores precisam de pequenos serviços de informática no meio do dia para fazerem render o negócio.

Leia mais na reportagem de Mie Francine Chiba

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