Jogos poderão ser autoclassificados
Outra mudança deverá dar mais agilidade à classificação de jogos e aplicativos comercializadas no meio digital e aumentar o número destes produtos com classificação indicativa no mercado. A portaria deu a responsabilidade às próprias empresas distribuidoras de realizarem a classificação dos produtos, desde que já tenham classificação estrangeira reconhecida pelo Ministério da Justiça. O Ministério intervirá apenas nos casos que pedirem correções na classificação apontada.
O prazo para a análise de jogos pelo MJ é de até 30 dias, prazo que na opinião de Thiago Diniz, CEO da Nuvem, plataforma distribuidora de games para PC, é incompatível com o mercado de jogos digitais. ''É muito complicado, principalmente no nosso ramo. Temos conteúdo novo todo dia.'' A empresa, que trabalha majoritariamente com produtos vindos de fora, poderá utilizar a classificação estrangeira para realizar a autoclassificação e dispensar a análise prévia do MJ. (M.F.C.)






