Jogos de tiro e de guerra
Mesmo pouco presentes no consumo de jogos para console, o número de mulheres neste meio praticamente dobra a cada ano, diz o presidente da Acigames, Moacyr Alves. ''As mulheres estão descobrindo o mercado de games agora. Antes a maioria jogava por causa do namorado, marido, mas agora elas também estão descobrindo os jogos e até falta jogos voltados ao público feminino'', opina Alves, referindo-se, principalmente, aos games com formato de jogos sociais como FarmVille.
O presidente da Acigames ressalta que a geração que está vindo compete de igual para igual com os homens em jogos de guerra ou de tiro em primeira pessoa.
Esta é a geração de Gabriela Tondinelli Pestana, de 14 anos, fã de Call Of Duty e Battle Field - jogos de guerra -, e do rock'n roll no Guitar Hero. Pelo menos duas vezes por semana ela vai a uma locadora de games para jogar. ''Tem muita menina que joga games para meninos melhor que eles'', ela responde, quando perguntada se existe separação entre gênero de jogos masculinos e femininos.
Ana Simões Sachsida, 17, é afeita aos jogos de tiro em primeira pessoa e joga Team Fortress on-line com os amigos. Mas diz que ainda existe muito preconceito em relação a meninas fãs deste tipo de jogo. ''Eles deixam claro que as meninas são inferiores. É raro ter menina que joga (este tipo de jogo).''(M.F.C.)





