O conceito de consumo colaborativo deu as caras no Brasil em meados do ano passado, com a tradução e lançamento do livro ''Mesh - Por que o futuro dos negócios é compartilhar'', de Lisa Gansky. Outro título que contribuiu para impulsionar a prática foi ''O que é meu, é seu'', de Rachel Botsman e Roo Rogers. A partir de então, a ideia se espalhou pelo país e iniciativas começaram a pipocar.
No mundo afora, a onda mais recente de consumo colaborativo surgiu nos EUA depois da crise de 2008, aponta Guiilherme Brammer, do portal Descola.Aí. ''Muitas pessoas do países desenvolvidos perderam suas casas, entraram em falência e começaram a discutir o modelo de consumo atual. Começaram a pensar que não é preciso ter um carro, mas ter acesso a um carro.'' Naquele país, existem mais de 50 milhões de furadeiras no mercado e cada uma delas é usada, por toda a sua vida útil, de 6 a 13 minutos.(M.F.C.)

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