Alguns especialistas norte-americanos afirmam que o iMac é a última chance da Apple conquistar novamente uma fatia respeitável do mercado de microcomputadores. Mesmo tendo sido a grande vedete dos micros de 8 bits na década de 80, a Apple foi perdendo o terreno para os micros da linha PC e hoje participa com uma pequena fatia do mercado de microcomputadores com sua linha Macintosh. O novo micro da Apple tem o nome iMac e tem um apelo visual bastante sedutor. O monitor e CPU do micro estão contidos dentro de um gabinete único feito em um plástico semitransparente, em duas cores, linhas arredondadas e com o teclado e mouse acompanhando o mesmo design. Mesmo com um visual bastante atraente a Apple tem a difícil tarefa de comercializar a quantia esperada de 1,5 milhão de unidades. Segundo os dirigentes da Apple, existem mais de dez milhões de usuários Apple que não atualizam suas máquinas a três ou quatro anos. O iMac não possui flopply drive (disquete), e se quiser, o usuário terá que adquirir uma unidade externa e conectar ao micro. Mas o grande desafio da guerra contra os PCs será mesmo no preço. A previsão é de que uma boa configuração de microcomputador PC Pentium estará custando perto de US$ 800 para o Natal deste ano. O iMac entra no mercado norte-americano custando a partir de US$ 1.300. Apesar de tudo, a Apple está otimista, pois vendeu mais de 150 mil unidades na primeira semana de lançamento.

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