Em uma mercearia na periferia de Houston, Texas, os clientes precisam colocar os dedos em um leitor de impressões digitais antes que seus cheques sejam recebidos no caixa. As imagens são enviadas a um microcomputador que as compara com imagens de um banco de dados remoto de uma empresa prestadora de serviços. O equipamento que custou US$ 1000 para a mercearia, estará custando pouco mais de US$ 100 dentro de 24 meses. Desde que esse recurso foi implantado, a mercearia não teve nenhum caso de cheque frio. A tecnologia dos chips de processamento de imagens está evoluindo a passos largos e promete revolucionar as áreas de informática, medicina, comércio, indústria automobilística e de eletrodomésticos portáteis. Assim como na mercearia em Houston, os chips de processamento de imagem já começam a fazer parte do dia-a-dia dos consumidores. Atualmente esses chips são encontrados principalmente nas câmaras fotográficas digitais, disponíveis em qualquer país do mundo. A Sony Corp. desenvolveu uma câmara digital do tamanho de uma caneta, que pode ser instalada em um telefone celular com modem embutido. Com essa combinação é possível tirar uma foto e imediatamente enviá-la a qualquer lugar do mundo através da Internet, sem precisar de microcomputador, fios, tomada ou qualquer outro acessório. A empresa holandesa Donnelly Corp. está comercializando um kit de câmaras digitais que servem como espelhos retrovisores para vans e utilitários. Uma tela de cristal líquido é instalada no painel do carro e exibe imagens de qualquer uma das câmaras colocadas do automóvel.

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