Informe Informática - Carlos Trindade
Segundo informações do governo japonês, o mercado de telefones celulares continua em franco crescimento naquele país. No fim do ano 2000 eles totalizavam mais de 58 milhões de aparelhos. Somados aos quase seis milhões de assinantes do serviço de PHS-Personal Handyphone Systems, uma espécie de celular com tecnologia proprietária, de alcance local ou regional e diversos outros serviços, o total é de 63,88 milhões. A quantidade de celulares no japão impressiona ainda mais quando comparada a sua população de aproximadamente 130 milhões de habitantes. Considerando os idosos e crianças, parece existir um celular para cada habitante adulto. O número de telefones celulares em 1996 era de 10 milhões e em 1997 o ano terminou com mais de 30 milhões de unidades. Enquanto isso, nos Estados Unidos, um estudo conduzido pela Telephia sobre fidelidade dos assinantes de telefonia móvel, constatou que 20% dos norte-americanos mudaram de operadoras no ano passado. A pesquisa detectou que 44% dos atuais assinantes não se sentem presos às suas operadoras e afirmam estar prontos para uma mudança, se necessário for. Eles garantem que manter a operadora, e por conseguinte o número do telefone celular, é importante, entretanto, muito mais importante ainda é a qualidade dos serviços e o atendimento ao cliente. Apenas 56% garantiram não estar dispostos a mudar de operadora e garantem que vão continuar com a atual empresa prestadora. O estudo revelou um índice de fidelidade inferior ao esperado pelas empresas e serviu para mostrar que as empresas terão que trabalhar muito duro para manter seus clientes e ganhar a sua confiança.
Celulares: mercado mundial





