Os resultados do trabalho do professor Johnson sobre ícones - que, curiosamente, se chama ‘‘Ícones por classificação de erros’’ - estão em www.acs.ucal gary.ca/~bfjohnso/academic/unpublished/iconess/iconess.htm, e são conclusivos: os atuais ícones das interfaces gráficas são monótonos, subestimam a inteligência do usuário e - pior - não dizem o que deveriam dizer.
O mérito dessa pesquisa é ter sido elaborada com pessoas que estavam começando a mexer com interfaces gráficas e não com usuários que já tinham entendido a linguagem. O que ele apurou, na verdade, foi a velocidade do aprendizado via ícone versus aprendizado via texto.
‘‘É evidente que, depois de algum tempo, qualquer pessoa alfabetizada se habitua a clicar em meia dúzia de figurinhas. O problema é que muitas vezes o usuário precisa saber como realizar uma operação no mesmo instante. Nessa hora, os ícones não ajudam em nada’’ escreve o mestre canadense. E muita gente concorda com ele.

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