Hoje a HP tem, no mercado, impressoras que trabalham com cartucho fotográfico opcional, as Deskjet 692 e 695, na faixa dos R$ 410, e com resolução de 600 por 600 ppp. Estamos falando dos cartuchos HP Photo Cartridge, com tecnologia HP PhotoRet, e que custam entre R$ 35 e R$ 45. Já as impressoras HP 720 (R$ 600), HP 890 (de R$ 869 a R$ 900) e HP 2000 (R$ 1.600) têm a tecnologia PhotoRet incorporada. Essas duas últimas são voltadas para pequenas empresas. Na semana passada a HP anunciou novos modelos.
A Epson, segunda colocada no ranking das jato de tinta mais vendidas no Brasil, desenvolveu o sistema Perfect Picture, com cinco características que conferem a chamada qualidade fotográfica. A primeira delas é o processo ‘‘micro piezo’’, que bombeia a tinta em gotas mais reduzidas e consistentes. Outra característica das impressoras Epson é a resolução de 1.400 por 720 ppp; a terceira é a tinta de secagem instantânea; o quarto fator é o módulo inteligente AcuPhoto, que faz parte do driver de impressão e determina os dégradés. Por fim, a linha de papéis especiais.
De acordo com Eduardo Issa, gerente de marketing e comunicação da Epson, a empresa trabalha com essas cinco características há cerca de um ano e meio, época de lançamento da Stylus Color 600, agora substituída pela 640. A nova máquina tem resolução de 1.440 por 720 ppp e começou a ser vendida na semana passada, por R$ 430. Para fotógrafos profissionais, a Epson tem a Photo Ex, que custa R$ 1.400. A impressora apresenta seis cores (um tom mais claro para cada cor básica), que permitem um dégradé ainda melhor.
Investindo no mercado de jatos de tinta há apenas um ano, a Xerox tem pelo menos dois modelos com capacidade de reproduzir ilustrações bem próximas à qualidade de uma fotografia. São a XJ6C (R$ 430), com resolução de 600 por 600 ppp em papel comum e qualidade fotográfica (1.200 por 600) em papel brilhante. Outro modelo, a XJ8C, oferece resolução de 1.200 por 1.200 ppp em papel comum e custa R$ 530.

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