A indústria farmacêutica está investindo milhões de dólares na tentativa de obter novos antibióticos e anticancerígenos para o homem. E um de seus alvos são as esponjas do mar, consideradas verdadeiras minas inexploradas. Elas surgiram há mais de 700 milhões de anos e são uma espécie de amontoados de células nos quais vivem outros organismos, como as algas e as bactérias.
Cientistas do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro já conseguiram manter culturas de células das esponjas marinhas em laboratório. Segundo os cientistas, essas esponjas, coletadas em Búzios e no Arraial do Cabo, podem fornecer pistas para a evolução de animais superiores - vertebrados com sistema nervoso - e para a produção de novos remédios
anticancerígenos. (AE)

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