Segundo os especialistas, os recentes avanços nas pesquisas sobre o Mal de Alzheimer permitem acelerar a elaboração de novos tratamentos.
Atualmente existem medicamentos que permitem melhorar a capacidade mental de alguns doentes que sofrem do mal.
‘‘Outros tratamentos estão sendo esperados até o final do ano e dezenas de outros estão sendo elaborados nos Estados Unidos e em outros países’’, diz o professor Zaven Khachaturian, diretor do Instituto de Pesquisas Ronald e Nancy Reagan, uma associação americana destinada à doença.
Entre os medicamentos conhecidos estão o Tacrine, do laboratório Parke-Davis; o Donepezil, da Pfizer e o Metrifonate, da Bayer.
A elaboração de medicamentos para melhorar o funcionamento mental dos doentes é um primeiro passo, mas serão necessários muitos esforços em pesquisa fundamental e clínica para conseguir tratamentos capazes de prevenir a doença e de deter seu avanço, ressalta o professor Axel Unterbeck, responsável pelo grupo farmacêutico Bayer.
Nos Estados Unidos, segundo estimativas, metade das pessoas de mais de 85 anos é afetada por uma forma de demência, sendo que de 60 a 70% delas sofrem do Mal de Alzheimer. Supõe-se que a doença vai atingir ainda mais pessoas em 2050, quando, segundo a Agência de Censos, o número de indivíduos com mais de 85 anos será de 9,6 a 31,1 milhões, contra 3,3 milhões em 1994.

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