Um grupo de cobaias que ficou privado de ingerir uma enzima, conhecida pela capacidade que tem, de reparar certas proteínas danificadas nas células durante o processo normal de envelhecimento, cresceu menos que o normal e morreu prematuramente. Este foi o resultado de um estudo do Instituto Gladstone de Doenças Cardiovasculares da Universidade da California, em São Francisco (EUA).
O tecido das cobaias carentes da enzima, segundo estudo publicado na última edição dos ’Proceedings of the National Academy of Sciences’ (‘‘Relatório da Academia Nacional de Ciências’’), tinha partes que apresentavam de quatro a oito vezes mais proteínas danificadas que o das cobaias normais, especialmente no cérebro.
Fisicamente menores e pesando menos que as cobaias normais, as cobaias que ficaram sem a enzima morreram prematuramente, vítimas de convulsões epiléticas.

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