Entre pinguins e Windows
Na Rondopar, empresa em que o professor da Unopar Wagner Rodrigues extende suas atividades, os servidores com dados da empresa ficam 24 horas conectados a computadores com sistema operacional Linux. A decisão ''sempre foi estratégica'', de acordo com o professor, que utiliza o sistema open source há 13 anos. ''Por questão de segurança, procuro mesclar os sistemas operacionais que utilizo. E em alguns pontos, como área de proteção de sistema, optei pela estabilidade que o Linux me oferece'', justifica.
Sempre que é possível, o SO de software livre é o preferido de Rodrigues. ''Nos locais em que entendo que seja importante e possível de usar open source, sem prejudicar pontos como produtividade e simplicidade, opto sempre por ele visando redução de custo.''
Atualmente, a distribuição BRLix - aquela mais amigável a usuários de Windows - está em teste para possível substituição do sistema operacional da Microsoft ainda utilizado na empresa, ''sem causar celeuma nos usuários''.
Porém, em casa, o sistema operacional utilizado é o Windows, por causa da esposa e filha, que preferem o modelo de trabalho da Microsoft. ''Mas meus pinguins convivem muito bem com o Windows'', conta Rodrigues, que mantém uma coleção de pinguins em casa, mas assegura que a mania não começou com o Linux - que tem um pinguim como mascote, o Tux -, e sim o contrário.(M.F.C.)





