Imagem ilustrativa da imagem Empresa de segurança cibernética divulga previsões para 2018
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Que em 2018 os cibercriminosos continuarão realizando ataques cibernéticos, isso não é novidade. O que irá mudar são os métodos e técnicas utilizadas, bem como os alvos dos cibercriminosos. Relatório divulgado nesta quarta-feira (22) pela empresa de segurança cibernética Kaspersky Lab revelou previsões ligadas à cibersegurança para 2018. Segundo Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, não só usuários finais serão atingidos, como também fornecedores de hardware e serviços. Confira algumas das previsões:

Ataques a bancos irão continuar. Dessa vez, as fintechs (termo que vem de financial technology), empresas que trouxeram inovação tecnológico ao setor financeiro, também vão entrar na dança, uma vez que o seu número de clientes está crescendo. As ameaças a esse setor vão desde o ataque ao usuário final ao ataque à própria instituição financeira e a caixas eletrônicos para o desvio de dinheiro.

Ramsonware móvel. O ano de 2017 viu ataques de ransomware (que "sequestram" dados de computadores e os liberam mediante pagamento de resgate) atingirem máquinas do mundo inteiro. Em 2018, o mundo também poderá ver ransomware que têm como foco os dispositivos móveis das pessoas. A disseminação desse tipo de ameaça se dará através da adoção regional de construtores (builders) gerados em âmbito mundial.

Aumento de ataques a pequenas e médias empresas. Os criminosos irão se aproveitar daquelas que não fazem um bom investimento em segurança, gerando ataques aos seus sistemas de pontos de venda (PoS) e clonando cartões de crédito e débito.

Ameaças no universo das criptomoedas. O crescente interesse das pessoas pelas criptomoedas também atraiu a atenção de cibercriminosos para esse mercado. "Todo assunto em torno das criptomoedas vai ser bastante focado pelos criminosos", ratificou Assolini. Segundo a Kaspersky Lab, serão descobertas páginas web comprometidas ou projetadas para abusar dos recursos de hardware dos usuários que as visitam para geração ou mineração das moedas digitais.

Brechas de segurança e privacidade em dispositivos conectados. A Internet das Coisas (IoT) se tornará ainda mais relevante no cenário de segurança da informação, e o uso de dispositivos inteligentes nas casas abre novas possibilidades de ataque. As vulnerabilidades desses equipamentos comprometem não só a segurança, mas também a privacidade das pessoas, uma vez que por meio deles é possível ter acesso a informações pessoais e privadas.

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