Aprender um novo idioma pode ser mais produtivo se as aulas forem ministradas por professores nativos, mas a distância entre um aluno no Brasil e um professor nos Estados Unidos, por exemplo, pode dificultar isso. Há mais de 20 anos no mercado, a plataforma de aprendizado de línguas norte-americana Rosetta Stone iniciou suas operações no Brasil em 2011. Pela ferramenta, brasileiros podem aprender até 24 idiomas utilizando aulas ao vivo por vídeo na internet com professores nativos baseados nos EUA.
"Pesquisas mostram que no Brasil as aulas presenciais ainda são a modalidade predominante no aprendizado de línguas, mas em um momento de desaceleração da economia, cursos on-line têm sido uma solução economicamente interessante", destaca Valéria Molina, diretora de Marketing da Rosetta Stone no Brasil. Voltado para usuários com perfil educacional ou corporativo, ela exemplifica que as empresas podem gastar até R$ 350 por funcionário ao mês com aulas presenciais, sendo que pela plataforma, o custo médio por colaborador é de R$ 60. Outra vantagem de usar uma plataforma virtual para o aprendizado de idiomas são recursos tecnológicos como reconhecimento de voz, que é capaz de informar ao usuário se ele está utilizando a pronúncia e a entonação corretas.
Outra plataforma que tem como um dos investidores o treinador de vôlei Bernardinho é a eduK, que coloca à disposição professores especializados em diversas categorias – gastronomia, moda, beleza, fotografia, negócios, artesanato. É uma oportunidade para que pessoas de todo o Brasil possam ter acesso a conteúdo ao vivo com pessoas renomadas em suas áreas, como o fotógrafo JR Duran ou o adestrador Alexandre Rossi. "A maior vantagem (da plataforma) é a exibição ao vivo e gratuita dos cursos. Além de os alunos terem acesso ao conteúdo dos cursos – que em média tem a duração de três dias – eles podem interagir via chat, enviando comentários e dúvidas", diz Karine Pressotti, head de conteúdo na eduK. (M.F.C.)

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