Conforme comenta o professor de informática da escola CDI, Rafael Nogueira, nem sempre dá para confiar nos serviços de antivírus que já vêm instalados nas contas de e-mail. ''Os crackers sempre arranjam um jeito de burlar esses antivírus'', diz.
Como os malwares presentes em grande parcela dos spams multiplicam-se com uma velocidade impressionante, melhor mesmo é ficar atento à caixa de entrada. Uma dica é checar o destinatário da mensagem. Se não o conhece ou se nunca teve algum envolvimento com a empresa que a envia, melhor não arriscar abrir o e-mail.
Mas caso tenha sido enviada por pessoa conhecida ou empresa com que tem alguma relação, ele recomenda abrir a mensagem, mas analisá-lo antes de clicar em qualquer coisa. Uma dica é posicionar o cursor sobre o link e verificar se o endereço que aparece é mesmo o endereço de um site idôneo. Muitas vezes, o link pode aparecer correto no corpo do e-mail, mas leva o usuário para outro lugar.
E se o e-mail foi enviado por uma empresa e contenha erros de português, desconfie. ''Site de banco com erros de português? É um absurdo! (M.F.C.)

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