Iara LessaOs endereços de e-mail, hoje, são tão comuns nos cartões de visita quanto os números de telefones. Quem já não se deparou com um cartão de apresentação que leva um endereço esquisito num cantinho: (fulanodetalarroubaprovedor.com.br). Muitas pessoas ainda resistem, mas será por pouco tempo.
A popularização do correio eletrônico (e-mail) foi estimulada pela explosão do número de usuários na Internet. Estima-se que mais de 50 milhões de pessoas estejam conectadas no mundo todo. No Brasil são quase 1 milhão de internautas.
Essa gente se comunica, troca correspondência, fotos, imagens, vídeos, relatórios de empresas, tudo pelo mail eletrônico.
Alguns programas possuem recursos que facilitam essa transmissão ou até inibem, com a ajuda de filtros, o recebimento de material que não nos interessa receber.
Dois sistemas de e-mail já vêm de graça, embutidos nos navegadores (browsers) Explorer e Netscape, os mais populares do mercado. Outros podem ser comprados separadamente ou baixados da Rede (Eudora ou Pegasus).
Eles criam pastas para arquivar mensagens, organizam listas de endereços (address book), respondem automaticamente a correspondência - se forem programados para isto - e, ainda, oferecem a facilidade de escrevermos a mensagem em um editor de texto, para quem prefere um mail engraçadinho e personalizado.

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