"A principal (força do segmento de livros infantis, técnicos e didáticos no mercado de e-books), sem dúvida alguma, é a de fomentar e estimular a leitura, principalmente em crianças e adolescentes que, hoje, têm fácil acesso à tecnologia por meio de videogames, smartphones e tablets", opina Mansur Bassit, diretor executivo da CBL. "Está sendo criado um novo canal para que este jovem se aproxime da literatura e ele pode ser 'fisgado' por aí."
Outras vantagens da entrada de livros técnicos e didáticos neste meio, segundo o diretor executivo, é a possibilidade de atualizações, a redução dos gastos do governo com distribuição, o preço mais em conta na maioria das vezes e o fato de poder ser acessado de qualquer dispositivo e local com acesso à internet.
Entretanto, a presidente da Câmara, Karine Pansa, pondera que livros digitais não devem ser a única fonte de conhecimento dos estudantes – eles devem ter acesso às duas formar de se ler. "Acho que é um recurso que também pode ser utilizado na educação, mas que não deve substituir o recurso livro. O livro digital pode ter apetrechos a mais como narração, imagem em movimento, interatividade com procedimento de toque, mas não tem cheiro, volume, espessura."(M.F.C.)

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