Doers precisam arrecadar fundos
No formato de jogo em que o jogador precisa ajudar a construir a cidade, em ''Do More'' o jogador administra uma organização sem fins lucrativos e tem que se esforçar para conseguir recursos. Assim e com o reconhecimento da população - que resulta em doações -, ele poderá construir escolas, abrigos e, por fim, universidades.
Enquanto isso, a organização trabalha com soluções temporárias, como uma tenda de sa© úde para atender as pessoas doentes. Já a construção da universidade é o ponto máximo do jogo, de onde surgem as inovações tecnológicas, como carros elétricos. O jogador passa de fase quando a cidade se desenvolve e parte para ajudar outros lugares do planeta. Mas não para por aí. Ao mesmo tempo, ele continua responsável pelas cidades por onde passou, atentando-se às necessidades que podem reaparecer.
O ''Do More'' foi testado e aprovado por alunos do Ensino Fundamental da Positivo Junior. ''O mais engraçado é que não precisamos explicar nada para os alunos jogarem. Explicar jogo para adulto é complicado, mas foi tudo muito intuitivo para as crianças'', contou Bahr.
A final do Imagine Cup acontece em 6 de julho em Sidney, na Austrália. A equipe da universidade curitibana é a única representante brasileira na categoria. O tema da copa deste ano é ''Imagine um mundo onde a tecnologia ajuda a resolver os problemas do planeta que mais nos desafiam hoje''. Além de Rhandros Dembicki, são integrantes do grupo os estudantes Eduardo Schildt, Guilherme Sávio e Luiz Gustavo Gomes Monclar.(M.F.C.)





