Crianças de hoje, programadores de amanhã
Quem tem contato precoce com as linguagens de programação pode se tornar um profissional ou empresário mesmo antes de se formar. Vinicius Monteiro teve o primeiro contato com a linguagem HTML ainda aos 11 anos, em um curso de informática. Aos 19, foi sozinho para Santa Catarina onde, por alguns meses, desenvolveu games com uma equipe.
Hoje, aos 23, mesmo ainda cursando Tecnologia em Desenvolvimento de Jogos, tem dez projetos de jogos para celular em desenvolvimento com outra equipe. O primeiro já tem data de lançamento: 14 de setembro. Trata-se de um jogo infantil de um coelho-unicórnio Bunnycorn -, equipado com um jetpack de arco-íris. "Aprender a programar hoje está muito fácil. Só não aprende quem não quer." Para aprender, Monteiro usa vídeo aulas e sites que ensinam programação.
César Galvani, de 24 anos, já publicou três apps nas lojas de aplicativos. Um deles, o jogo Quick-R, ficou uma semana entre os dez mais baixados em sua categoria na loja da Apple. "Quando comecei a estudar aplicativos ainda não fazia Ciência da Computação. Estudava apenas por conta própria", conta o desenvolvedor iOS.
Aos 26, Thiago Vanuchi tem, em parceria com colegas, uma empresa de games independentes. A empresa tem dois anos e três jogos já publicados em lojas de aplicativos móveis. Em duas semanas, a empresa deverá lançar seu quarto jogo próprio, Elemental Ninja. "Em cinco anos, nosso planejamento é trabalhar apenas com projetos próprios." (M.F.C.)





