A I2 funciona no amplo contexto das redes de pesquisa e desenvolvimento já existentes nos EUA. As redes da Nasa e do Departamento de Energia, por exemplo, já são elementos importantes na iniciativa NGI. Nos próximos três a cinco anos a Internet2 espera prover uma oportunidade de reduzir substancialmente o número de conexões redundantes de baixa velocidade atualmente existentes, ainda bancadas pelos cofres federais.
Sumirão os resquícios da abordagem primordial da Internet antiga, em que se buscava prover caminhos diferentes para os pacotes IP chegarem de um ponto a outro, com receio de ataques nucleares, nos tempos da Guerra Fria. A previsão para 1998 é que lá pelo finalzinho do ano todas as universidades participantes já terão conexões I2 estáveis.
Alguns membros do projeto Internet2 já estão podendo se comunicar usando multimídia e outros serviços avançados graças à já existente infra-estrutura vBNS (very hi performance Backbone Network Service) do NSF. Além disso, cerca de 10 gigaPoPs (gigabit points of presence) já estão ativos e rodando, permitindo conectividade regional entre instituições acadêmicas.
O objetivo final da I2 é acelerar a transferência de tecnologia necessária para mover as técnicas apropriadas, desde o contexto acadêmico até o setor comercial, criando a base tecnológica para uma nova geração de redes que vai promover a continuada liderança dos EUA nessa importante área econômica.
A educação básica, as bibliotecas e outras instituições também se beneficiarão das descobertas feitas durante o projeto Internet2. Essa motivação é muito parecida com a que norteou a primeira Internet, e provavelmente vai funcionar bem novamente.

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