Atualmente, a Phloraceae tem 88 seguidores no Twitter e mais de 700 na página do Facebook. Segundo Marcelo Magalhães, as pessoas participam bastante das discussões colocadas nas redes e sugerem pautas novas. A farmacêutica da rede de farmácias mantém contato com os internautas, respondendo a dúvidas e perguntas dos usuários sem muita demora.
Mesmo na internet, que é um canal impessoal, as empresas precisam humanizar o contato com os clientes. Hoje, muitas pessoas usam as redes sociais como canal de contato e ninguém gosta da impressão de estar conversando com um robô.
A consequência pode vir em forma de um boca a boca negativo. E pior: sem a empresa saber que isso está acontecendo. ''As pessoas têm muito constrangimento em reclinar pedidos de amizade, mas nenhum de fofocar'', frisa o consultor João Paulo Balthazar. Por isso também que, mesmo não participando da conversa, a empresa precisa estar atenta no que vem acontecendo nas mídias sociais. (M.F.C.)

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