Consumidores estão se familiarizando com a tecnologia
De início, os consumidores veem a etiqueta eletrônica apenas como uma forma diferente de mostrar preços nas gôndolas. "É uma forma mais fácil de representar o preço", comenta a bióloga Laura Lahr. Mas quando apresentados para o potencial de os preços serem atualizados mais rapidamente, alguns aprovam a tecnologia. "Bom que não precisa ficar trocando etiqueta. Não tem erro. Às vezes (o preço) muda lá e aqui não, isso é ruim", opina a fisioterapeuta Gabriela Hauly.
Já o advogado Gustavo Munhoz preocupa-se com o fato de que, mesmo com a tecnologia, possam prevalecer erros. "À primeira vista, acho que é bom. Mas é difícil saber o que vai acontecer depois. O grande problema é que sempre tem produto que não tem preço." Outros, como o funcionário público federal Carlito Marques dos Santos e a aposentada Viviane Guagliardi criticaram a nitidez dos preços no visor e o tamanho da letra com a qual é exibido o nome dos produtos. "Ao invés de diminuir, tinha que aumentar", diz Viviane.(M.F.C.)





