Para permanecer no mercado tão abundante quanto o das redes sociais, ter diferencial não é só um dos mandamentos do bom marketing. ''O Face engloba mais a parte de relacionamento, o Pinterest de imagens, o Flickr de slides, o YouTube de vídeos. O que define o sucesso de uma rede social é o diferencial. O Google +, por exemplo, entrou oferecendo a mesma coisa que já tinha no mercado. Assim é difícil'', dispara Leandro Pascoal, da Zoe Mídia Digital.
Além disso, uma nova rede social tem que pensar muito bem nos benefícios, na plataforma, na possibilidade de gerar informações, relacionamento dentro do seu segmento, na facilidade de compartilhar imagens, vídeos ou novas tecnologias para que não nasça e desapareça em seguida, sem deixar marcas.
''Tudo o que está na internet tem status de novidade e tende a ser superado ou a se manter com novidades'', reforça o professor de História, Arnaldo Szlachta, da rede As Tribos, que acredita que as novas redes precisam ser dinâmicas.
Já para Djeison Moreira, da Dreabe, para sobreviverem, as redes sociais precisam de três ingredientes: um layout amigável, uma pergunta diferente e pessoas famosas entre os usuários. Os dois primeiros itens a Dreabe já buscou. Falta agora a pessoa famosa que, no caso dela, já está em vista: Luciano Huck. (M.F.C.)

Imagem ilustrativa da imagem Como sobreviver à concorrência?
mockup