Algumas conclusões da pesquisa sobre selfies realizada em cinco cidades do mundo dão conta que este é um hábito majoritariamente jovem (a média de idade é 23,7), feminino e que o brasileiro, junto aos tailandeses, são os mais sorridentes na hora do autorretrato. Além disso, destaca que as poses mais ousadas são das mulheres.
Para o CEO da Stayfilm, Douglas Almeida, de um ano para cá os selfies evoluíram tanto que até estão se aprimorando e mudando de plataforma. Estão saindo das fotos tradicionais, em frente ao espelho do quarto ou do elevador, para se posicionarem dentro de um contexto. "As pessoas estão fazendo selfie pensando na atmosfera em que estão inseridas. Com um pôr do sol ao fundo, uma paisagem, uma cidade do exterior como Paris ou junto com outras pessoas", descreve. "As pessoas estão cada vez mais criativas."
O selfie, diz Almeida, está se tornando mais uma forma de expressão do que uma prática narcisista. "O que importa não é mais só aparecer para mostrar o look, mostrar ‘como estou bonito’, ‘como está meu corpo’, ‘como sou sexy’, e sim mostrar ‘onde estou’ e ‘com quem estou’." (M.F.C.)

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