No Brasil, o sistema de registro de domínios é administrado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Antes da abertura da Internet comercial no País, em maio de 1995, a fundação já administrava os registros. Após a criação do Comitê Gestor Internet Brasil, no primeiro semestre de 1995, a Fapesp continuou administrando o processo.
Em 21 de maio deste ano, o Diário Oficial da União publicou a resolução número 2 (www.dou.gov.br/materias/do1/do1mctsia19980521185523.htm), assinada pelo coordenador do comitê, Roberto Pinto Martins, garantindo à Fapesp o direito de continuar administrando registros de domínios no Brasil, os famosos ‘‘.br’’.
Em dezembro passado, a Fapesp reformulou o sistema de registro e eliminou os atrasos na entrega de domínios. Agora o registro é imediato. O site da fundação (http://registro.fapesp.br) tem um campo para verificar se o domínio que se quer registrar já existe.
Antes da reformulação do sistema, muitos brasileiros registravam domínios nos EUA, por achar o processo mais eficiente. O coordenador da RNP, José Luiz Ribeiro Filho, diz que, tecnicamente, não há prejuízos para as empresas que registram domínios fora do País. Mas acha que o registro da empresa sob o ‘‘.br’’, facilita o processo de busca da homepage por sistemas de indexação da rede.
Há três tipos de Domínios de Primeiro Nível ou Top Level Domain (TLD) sob o domínio ‘‘.br’’: pessoa jurídica; profissionais liberais e pessoa física (‘‘.nom’’). O comitê criou mais dez domínios para profissionais liberais, que deverão entrar em vigor em dezembro. São eles: ‘‘.tur’’ (turismo); ‘‘.fst’’ (fisioterapia); ‘‘.ppg’’ (publicitário); ‘‘.zlg’’ (zoólogo); ‘‘.ecn’’ (economista); ‘‘.adm’’(administradores); ‘‘.bio’’ (biólogos); ‘‘.cnt’’ (contadores); ‘‘.fot’’ (fotógrafos); ‘‘.pro’’ (professores). (Agência O Globo)

mockup