Atendendo empresas que desejam colocar seu negócio na internet, Leandro Kanesawa, da agência Oapo, relata que muitos clientes estão começando a se preocupar em agregar uma loja virtual ao seu site, apesar de o número de companhias que fornecem produtos pela web ter se revelado pequena. "Na internet, eles conseguem atender mais gente."
Exemplo é uma fábrica de underwear masculina de Cambé, que vai em breve passar a comercializar os produtos da marca própria, a Full Man, em uma loja virtual. "Existe uma nova forma de negócios que está acontecendo nas lojas virtuais e que não deve ser ignorada, principalmente por quem trabalha com moda", declarou a proprietária, Evelin Prado.
As geleias orgânicas da Artesanu, empresa de produtos orgânicos, também passarão a ser vendidas na web. A empresa atende no atacado, mas como as pessoas perguntavam onde poderiam encontrar seus produtos no varejo, os sócios da empresa decidiram comercializar via web. O site será voltado aos consumidores que moram em localidades onde não há produtos da marca disponíveis, explica Leonardo Florêncio da Silva Filho, um dos sócios.

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