Não fazer spam: essa é a melhor forma de uma empresa de Internet comportar-se ética e juridicamente quanto ao envio abusivo de mensagens eletrônicas. Se a solução é assim tão simples, como identificar o problema?
As origens do termo spam são incertas, porém divertidas. O fato é que spam é marca registrada de um enlatado de carne, muito consumido no Havaí, produzido pela empresa Hormel Foods Corporation desde 1937. A versão mais aceita recorre a um episódio de Monty Python, um grupo de humoristas, em que um bando de vikings vai a um restaurante onde todos os pratos servidos são feitos à base do produto. Após ler o menu, os comensais passam a brandir ‘‘spam, spam, spam, spam (...)’’, ao ponto de impedir a comunicação dos outros frequentadores.
Na web, a expressão não se associa à marca, mas ao caráter intrusivo de pessoas ou empresas que enviam uma mesma mensagem a destinatários que não a tinham solicitado. Quase sempre, o conteúdo dessas mensagens é de natureza publicitária, voltado à promoção de serviços e produtos do remetente.

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