Cientistas americanos criam Internet de segunda geração
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quarta-feira, 02 de julho de 1997
Agência Estado 
Pesquisadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, utilizaram três supercomputadores de diferentes Estados, ligados um ao outro por linhas telefônicas de fibra ótica para simular o que aconteceria se nossa galáxia colidisse com sua vizinha mais próxima, a galáxia de Andrômeda. Agora, uma nova Internet está disponível, poderosa e eficiente, que cerca de 100 cientistas de informática dos EUA estão usando em preferência à velha rede lotada que eles inventaram apenas duas décadas atrás.
A nova rede, chamada de Serviço de Rede de Base de Muito Alto Desempenho, foi patrocinada pela Fundação Nacional de Ciência (NSF) recebe apoio da MCI Communications, usando parte das redes existentes de fibra ótica. Dando voltas em todo o país em uma rede Figure 8 de 22.500 km, ela conecta os cinco centros de supercomputadores acadêmicos do país, incluindo os três que simularam as galáxias em colisão.
Interesses Em abril de 1995, segundo o conselho de cientistas de gabarito, a Fundação Nacional de Ciência (NSF) assinou um acordo como MCI para o desenvolvimento da nova Internet. Como parte de uma iniciativa de Internet da próxima geração anunciada pelo presidente Clinton, os laboratórios de Defesa e Energia do governo vão se conectar à rede de alto desempenho com a ajuda da AT&T e da Sprint.
Representantes da NSF estimam que o órgão gaste US$ 250 milhões por ano em informática avançada, incluindo o dinheiro da nova rede. O investimento do governo no projeto representa a maior dos US$ 50 milhões do acordo com a MCI. O porta-voz da empresa estima que a MCI esteja gastando dez vezes a quantia que recebeu pelo acordo para implantar a rede - um investimento que deve permitir que a companhia ofereça serviços de Internet de alto desempenho para outros clientes no tempo devido.


