BUG DO MILÊNIO
Teste para saber se o computador suporta uma solução simples (*)
Primeira Etapa
1. Formate um disquete com Sistema Operacional.
2. Desligue a máquina e, ao religá-la, assegure-se de que este disquete esteja no drive ‘‘A’’.
3. Usando o comando DATE, digite a data 01/01/2000 e desligue o computador.
4. Religue o computador. Se a data indicar o dia Sábado, Janeiro, 1, 2000, a BIOS (software de sistema operacional do computador) passou na primeira fase do teste. Caso contrário, ou a BIOS ou o computador precisam ser trocados.
Segunda Etapa
(para verificação do ano 2000 como bissexto)
1. Repita os procedimentos de 2 a 4 da Primeira Fase.
2. Se, após religar o equipamento, a data indicar Terça, Fevereiro, 29, 2000, o computador passou integralmente no teste.
* Esta solução é precária: se houver uma falha de bateria, pode tudo voltar a ser como antes, causando prejuízos. Mas pode servir se não houver outro jeito, enquanto não se muda o equipamento.
Como combater a falha
1º PASSO - Inventário de todos os equipamentos que tenham um processador e de todos os programas, estejam eles embutidos nos chips ou em forma de Sistema Operacional, Softwares de Rede, Planilhas Eletrônicas, Editores de Texto, Softwares de Bancos de Dados, além de Sistemas Aplicativos tais como sistemas contábeis, financeiros ou relacionados às atividades fim da empresa.
2º PASSO - Avaliação dos custos de eliminação do bug, com base no inventário feito no primeiro passo. O inventário terá determiando quantas linhas de programa terão de ser alteradas, quantos arquivos de dados, quantos chips ou computadores inteiros deverão ser substituídos. Já existem softwares no mercado que analisam equipamentos e programas para dizer se eles estão aptos ou não a evitar o bug. Também há consultorias na área de tecnologia especializadas no serviço. Nos dois casos, muito cuidado: uma má escolha deixará o bug na empresa, com todos os prejuízos decorrentes.
3º PASSO - Análise do custo em relação aos benefícios das alternativas de solução. Para os chips de equipamentos que não têm substitutos, não existe alternativa: será preciso substituir o equipamento. Quantos aos programas, podem ser analisadas as seguintes possibilidades e ficar com a que oferecer mais benefícios em relação ao custo: a) alteração de programas com recursos próprios; b) alteração com recursos de terceiros; c) substituição do programa ou sistema, quando possível.
4º PASSO - Estabelecimento de prioridades, cronogramas, recursos humanos e tecnológicos necessários e custos. É fundamental dar prioridade ao que, pelos passos anteriores, revelou-se como sendo de maior impacto sobre a atividade da empresa e seu funcionamento normal e fazer um cronograma de investimentos para substituição gradativa de equipamentos até o ano 2000.
5º PASSO - Execução do Plano de Ação montado a partir das conclusões dos passos anteriores. Este plano deve contemplar o seguinte:
indentificação dos programas que trabalham com data sem a sua forma mais completa (DD/MM/AAAA). Já existem softwares que rastreiam os pontos dos programas nos quais as alterações precisam ser feitas.
verificação dos computadores cujas BIOS (softwares de sistema opracional das máquinas) ou chips de processadores não podem superar o problema, nem manualmente. Nestes equipamentos, até programas adaptados funcionarão de forma errada, pois quando forem capturar a data do dia do processamento, usarão a data armazenada no sistema operacional, propagando o erro para os programas que a utulizam como informação básica.
teste de todos os produtos que têm processador. Isso inclui robôs de chão de fábrica, certos modelos de tornos de comando numérico e produtos gerados pela própria empresa.
Fonte: CNI

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