Para se proteger, empresas de antivírus já oferecem soluções para dispositivos móveis e outros softwares. Um exemplo é aplicativo que permite criptografar as informações contidas no aparelho. Outro localiza o telefone em caso de roubo, faz o backup do conteúdo e formata o aparelho remotamente. As plataformas Android (Google) e iOS (Apple) são os principais alvos dos ataques cibernéticos.
O estudante Henrique Kasai, de 16 anos, usa seu smartphone para multimídia, jogos e acessar as redes sociais. Mas diz que é muito difícil pegar um vírus no celular se a pessoa toma alguns cuidados básicos. ''Se usar apenas a loja de aplicativos oficial (como a AppStore, da Apple, ou o Android Market, do Google), é difícil, porque todo o conteúdo da loja é confiável. Diferente se você usa programa de terceiros.'' Manter o software sempre atualizado, segundo ele, é outra medida de precaução.(M.F.C.)

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