Aparelhos multimídia
Além do gráfico e do tamanho - que, nota-se, aumenta para os aparelhos da Nintendo e diminui para os da Sony, outra principal fabricante de games portáteis -, a integração com outros aparelhos é outra das principais evoluções desses pequenos meios de diversão, segundo opinião de um usuário assíduo. ''Se duas pessoas têm o mesmo jogo instalado, elas podem jogar juntas, cada um com o seu aparelho. Mudou muito. Hoje, você já pode jogar com ou contra um amigo'', explica o empresário Marco Antônio Maluf Martins, adepto dos games portáteis.
Outra possibilidade dos novos portáteis é a conexão WiFi com o computador ou com outros consoles. Em casa, Martins costuma usar seu PSP (PlayStation Portable, da Sony) como uma espécie de controle remoto, de onde pode monitorar atividades que acontecem no computador ou no seu PS3 (PlayStation 3) em outros compartimentos da casa.
Enquanto o 3DS não chega ao mercado, a opção mais recente da Nintendo é o DSi XL, que além de internet sem fio e câmera fotográfica, tem tamanho 93% maior que o DSi. O modelo mais recente da Sony, o PS Go, também tem internet WiFi, é 35% menor que o PSP original e ainda pode armazenar filmes e programas de televisão. O único inconveniente que faz com que o PS Go ainda não seja muito aceito no País é que os jogos só podem ser comprados pela web e armazenados no seu memory stick, de 16G.
Para Luciano Neto Bittencourt, da Nick, loja que comercializa games portáteis em Londrina, os produtos das duas fabricantes têm perfis diferentes de público alvo. ''O DS eu recomendo para quem gosta mais dos jogos clássicos, como Mario Bros ou que querem jogos mais infantis, interativos, geralmente crianças de sete ou oito anos. Já o PSP é para um público mais adulto porque não tem tanta carga de jogos infantis, têm gráficos mais reais, melhorados. Geralmente são jovens de 10 anos para cima que se interessam'', diz.
O DS, na loja, têm preços que variam de R$ 690 (modelo Lite) a R$ 1,1 mil (modelo XL). Já o PSP tem preço médio de R$ 790. (M.F.C.)





