Engana-se quem pensa que o GPS pode ser utilizado apenas sobre quatro rodas. Existem navegadores menores que podem ser úteis nos trajetos a pé, de moto ou de bicicleta. Sem contar que esses equipamentos são à prova de água e de choque, características necessárias a quem anda ao ar livre e que já chegaram aos roteadores, mas ainda a preços altos. ''Um roteador à prova de água e choque não se compra por menos de R$ 2 mil'', diz Carlito Fertonani, da Ação 4x4.
O contador Alexandre Alex de Oliveira tem três aparelhos GPS, um deles usado para andar de moto, de bicicleta e em caminhadas. ''É fácil de localizar ruas e inserir dados sobre elas. Quando (o GPS) tem computador de bordo, ele marca tudo o que você pode imaginar, desde a distância, a velocidade média, quanto tempo leva para chegar ao destino, sem contar que você grava a trajetória feita'', diz, apontando as vantagens da tecnologia.
Nos Estados Unidos, os modelos de GPS já são capazes de oferecer ao motorista informações sobre tráfego e condições climáticas e até mesmo se comunicar com outros aparelhos através de mensagens instantâneas. Um roteador, atualmente, está na faixa dos R$ 800, enquanto os navegadores com recurso de roteamento custam cerca de R$ 900. Um navegador de mão, para caminhadas, ciclismo e motociclismo, custam, em média, R$ 1.300. (M.F.C.)

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