O fato de o mercado de aparelhos premium se manter mesmo com a queda da venda de smartphones em unidades se explica pela entrada de produtos de alto valor (acima de R$ 3 mil) no mercado brasileiro, elevando a receita das fabricantes, diz Leonardo Munin, analista da IDC. Estes aparelhos têm potencial no mercado brasileiro. "Vende porque no Brasil temos uma particularidade que o varejo parcela qualquer valor. Em outros países, isso é mais difícil."
Este cenário otimista deverá se manter ainda por um tempo, continua o analista, levando inclusive mais fabricantes a investirem no segmento de produtos de alto valor agregado. A saída dos consumidores do seu primeiro smartphone para um aparelho com mais recursos também deverá levar o segmento a se manter. "Hoje as pessoas estão mais propícias a trocar o smartphone que o computador", comenta Munin.(M.F.C.)

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