Algoritmos aprendem o que é e o que não é spam
"Spam é algo complexo. Tem aquele e-mail que para mim pode ser spam, mas para você não é", afirma Nilton Souza, gerente geral da BluePex, empresa de solução de spam de São Paulo. Para evitar que mensagens importantes acidentalmente caiam na pasta de spam, Souza explica que também existem algoritmos de inteligência artificial que "aprendem" com os hábitos do usuário o que são e o que não são mensagens indesejadas.
O software desenvolvido pela empresa separa os e-mails por características e cada vez que eles apresentam algum indício de ser spam, recebe uma pontuação. "Ao final, somamos toda a pontuação. Se o e-mail tem uma pontuação alta, tem mais chances de ser spam." De acordo com Souza, há clientes que chegaram a apresentar mais de 80% de mensagens de spam no ano passado. E destas, cerca de 98% foram filtradas pela solução. (M.F.C.)





