À prova de furtos e roubos
Um dos grandes atrativos dos computadores ''ultra'' é a segurança. Na Intel, por exemplo, a tecnologia antirroubo combina software com o Serviço Antirroubo (Anti-Theft - AT), baseado na web, que bloqueia a máquina quando o ladrão acessa a web ou de acordo com o tempo programado pelo usuário, que pode ser de 3 a 30 dias. O serviço vai estar disponível a partir do próximo dia 18.
Para Fernando Martins, os recursos de segurança dos Ultrabooks terão grande impacto sobre o uso de PCs portáteis pelos brasileiros. Se o usuário possuir o serviço antirroubo, backup de seus dados e seguro do aparelho, na opinião do executivo, ter a máquina roubada deixa de ser um problema.
Outro serviço, o Intel Identity Protection (IPT) já está sendo adotado por empresas com serviços baseados na web através de empresas de soluções de segurança da informação. Exemplos são bancos e comércio eletrônico. O serviço provê segurança no acesso de sites que utilizam dados sensíveis como transações bancárias.
O usuário que acessa um serviço da web por meio de um Ultrabook recebe na tela uma senha ao modelo dos iTokens para confirmar a sua identidade no login. Esta senha é gerada diretamente do processador. Mas a companhia que fornece o serviço também precisa ser cliente da Intel na solução IPT. InfoSERVER, Symantec e BRToken são as empresas desenvolvedoras que atualmente oferecem o Intel Identity Protection às empresas. Segundo Martins, a solução torna a operação bancária pela internet mais segura que aquela feita por um caixa eletrônico.
Durante o evento, em São Paulo, foi anunciada ainda a parceria entre Intel e Banco do Brasil para a implantação da solução IPT no Internet Banking da instituição financeira. ''Com essa tecnologia a gente vai utilizar a ferramenta para apresentar a informação na realização das transações bancárias de forma segura e permitir o usuário postar também de forma segura os dados necessários para a conclusão da transação. Com isso a gente evita que qualquer software malicioso possa manipular e alterar dados de transações'', declarou Pedro Pivotto, gerente de Divisão do Banco do Brasil.(M.F.C.)





