São Paulo - Segundo estudos da KPMG, empresa que presta serviços de consultoria, o consumo de energia no Brasil irá crescer a uma taxa de 4,5% ao ano durante a década que se inicia. Isso quer dizer que novas formas de obtenção de energia serão necessárias, já que o país não está preparado para esse crescimento. Por isso, investir em tecnologia pode ser o caminho para evitar desperdícios.
Segundo Claudia Antonelli, gerente de Produtos da Osram, multinacional especializada em soluções para iluminação, parte considerável do consumo energético está ligado à geração de luz. ''Ainda gastamos muita eletricidade para iluminarmos nossas casas, por exemplo. Mas um ponto positivo é o fato do mercado já oferecer alternativas inteligentes para que esse cenário mude, como as lâmpadas economizadoras de energia'', afirma.
Alguns desses produtos energeticamente eficientes podem gerar economia de até 80% no consumo. A empresa desenvolvou a menor lâmpada fluorescente eletrônica do mercado, a Osram Duluxstar MiniTwist T2, que tem o mesmo tamanho e soquete das lâmpadas comuns e que gera 30% mais luz em relação às incandescentes comuns. Outra alternativa que tem conquistado espaço entre os brasileiros é o Led. ''Hoje, já é possível encontrar lâmpadas com essa tecnologia mais facilmente. Além de seu baixo consumo energético, os Lamp Led ainda contribuem com o meio ambiente no que diz respeito a sua composição, já que não contam com elementos como o mercúrio'', complementa Antonelli
Caso as expectativas da KPMG se comprovem, é possível que em 2020 o consumo per capita do brasileiro seja superior à média mundial. ''O uso consciente da energia deve ser pensado todos os dias'', diz a gerente.

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