A Thyssen Sur Elevadores e Tecnologia, uma das líderes do mercado nacional de transporte vertical de passageiros (elevadores, escadas, esteiras rolantes e passarelas para aeroportos) agora é ThyssenKrupp. A decisão faz parte do processo mundial de unificação da imagem corporativa da multinacional com sede na Alemanha que atua em diferentes setores (siderurgia, indústria, tecnologia, materiais e serviços) e controla o capital da ThyssenKrupp Elevadores no Brasil.
Segundo Manuel Ventura Ventura, diretor de Recursos Humanos e Comunicação da empresa, este processo também está atrelado à aquisição das operações da Kone, em novembro de 2001. ‘‘Havia a necessidade de integrar os negócios no setor de elevadores no Brasil após a compra da Kone, além da orientação da matriz em unificar a marca em todo o mundo’’, explica.
Os negócios na área de elevadores, um dos ‘‘core business’’ da holding representa 3,5 bilhões de euros em vendas/ano. Com este desempenho, a empresa está entre as três líderes mundiais do setor e aposta no mercado latino-americano para alcançar a liderança mundial.
A atuação nesse mercado ganhou impulso com a compra em 1999 da Elevadores Sur e que originou uma nova empresa, a Thyssen Sur Elevadores e Tecnologia. O êxito desta fusão levou a multinacional a adquirir as operações da Kone no Brasil, Argentina e Venezuela, no final do ano passado, ampliando ainda mais sua participação no setor de elevadores.
Para Paulo Ronei Reali, diretor comercial no Brasil, a empresa sai ainda mais fortalecida deste processo. ‘‘A sinergia com as empresas do grupo na Alemanha, Espanha e EUA amplia nosso leque de atuação com a inserção de novas tecnologias em elevadores, escadas e esteiras rolantes e fingers para aeroportos. Por outro lado, reforçamos o foco na área de serviços de manutenção e assistência técnica, com mais de 500 postos de atendimento, e que sempre foi uma referência de qualidade no mercado’’.
A ThyssenKrupp Elevadores responde por 31% do mercado nacional com faturamento de R$ 200 milhões. A fábrica localizada em Guaíba, Porto Alegre, produz cerca de 3 mil elevadores/ano. O grupo registra faturamento anual/mundial em vendas de 40 bilhões de euros e possui cerca de 200 mil funcionários em todo o mundo.
Material de construção,
em congresso nacional
A Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção realiza em 11 de junho, no Espaço Apas, em São Paulo, o 1º Congresso Brasileiro de Material de Construção. A primeira edição que também ganhou apoio de organização do Instituto de Pesquisas da Distribuição e Varejo - IPEDV, e tem coordenação técnica da consultoria Gouvêa de Souza & MD, é destinada a todos os segmentos – desde lojistas, atacadistas e distribuidores, até a indústria, hipermercados, supermercados, lojas de bricolagem e prestadores de serviços. Também deverão participar do encontro executivos de vendas, marketing, compras e logística.
O destaque do evento será a divulgação da pesquisa ‘‘Análise Setorial, Investimentos, Ameaças e Oportunidades do Setor’’, realizada pela ACI Pesquisa e apresentada pelo consultor Marcos Gouvêa de Souza. O estudo pretende traçar um perfil do setor de material de construção abordando perspectivas, dificuldades, oportunidades de negócios, investimentos, treinamento e qualificação de mão-de-obra, entre outros temas. Para a realização da pesquisa, a ACI entrevistou representantes de home centers e proprietários de grandes, médias e pequenas lojas espalhadas por todo País. O resultado do estudo será analisado por varejistas e representantes de algumas das maiores empresas do setor.
Além do estudo, também serão apresentadas análises de cases e o painel Novos Caminhos na Gestão de Lojas, enfocando as relações entre indústria e varejo. O Congresso terá apoio das Acomacs, Arecoms, do IBSTH - Instituto Brasileiro de Serviços de Terceirização na Construção e na Habitação - e do Sincomaco, entre outras empresas.
O valor do CUB, no Paraná
O Custo Básico da Construção (CUB) de Maringá e região noroeste do Paraná foi calculado pelo Sinduscon em R$ 456,70 o metro quadrado, crescendo 0,18% de março para abril. Este é o custo básico para unidades residenciais (apartamentos). A maior elevação do mês foi verificada no CUB para construção de unidades comerciais, com uma elevação de 0,21% – R$ 345,04 o m2.
Ainda na região de Maringá, o CUB para unidades industriais foi calculado com crescimento de 0,16%, ficando em R$ 185,91; enquanto o custo de construções populares, até 40 metros quadrados, teve elevação de apenas 0,06% – R$ 257,56 o m2.
Confira custo médio representativo da construção habitacional (padrão H8-2N, para imóveis em prédio de oito pavimentos, dois quartos e padrão normal de acabamento), computado apenas material e mão-de-obra, nas demais regiões do Paraná, resultantes das pesquisas realizadas pelos Sinduscons regionais.
Cidade - R$ m2 - % variação
Curitiba - 570,29 - 0,42
Londrina - 583,74 - 0,36
Maringá - 456,70 - 0,18
Cascavel - 539,60 - 0,12
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