SUR cria cabinas para atender diferentes padrões de edifícios
PUBLICAÇÃO
domingo, 06 de dezembro de 1998
ReproduçãoPainel de operações das novas cabines: código BrailleLigia Barroso 
Reconhecida com o prêmio Design Museu da Casa Brasileira/96 para a linha Skyline, a Elevadores Sur coloca no mercado dois novos modelos de cabina. A mais sofisticada - SkyClassic - é um produto voltado a atender principalmente empreendimentos comerciais e edifícios residenciais de alto padrão. Com teto de linhas arredondadas, a cabina tem amplo espaço interno, e iluminação farta e difusa. Soluções, que segundo a empresa fabricante, contribuem para elevar a sensação de segurança dos passageiros.
Uma outra novidade do modelo SkyClassic é um painel de operações interativo. A botoeira registra chamadas ao mais leve toque, e o painel apresenta marcação dos andares também em código Braile para facilitar a comunicação com os portadores de deficiências visuais. O sistema de ventilação, controlado por sensores, é feito através de grades multidirecionais inseridas no painel frontal da cabina. Nesse mesmo painel foi montado um moderno sistema de sinalização. No display estão instalados um relógio, termômetro e um jornal eletrônico - painéis informativos onde podem ser colocadas variadas mensagens, possibilitando a geração de receita para o condomínio, quando usado para fazer publicidade.
O outro modelo de cabina - o SkyLite - utiliza painéis laminados em PVC como revestimento. Os dois apliques verticais e um horizontal são em chapa de aço inoxidável. A botoeira é do tipo micromovimento posicionada em ângulo, tendo sinais em alto relevo e também em Braile. Com iluminação semelhante ao modelo Classic, pode ser utilizada tanto para o transporte de passageiros quanto no atendimento aos serviços dos edifícios.
Não perceptível a olho nu, mas fundamental no quesito segurança, as novas cabinas portam o SEP 2000 com 142 sensores, dispositivo que impede o fechamento das portas na presença de obstáculos. O maior número de sensores amplia a área de varredura, pois reconhecem até mesmo a presença de pequenos obstáculos nos trilhos das portas, alterando sua velocidade para impedir o impacto da colisão (esses choques são responsáveis pela maior parte dos problemas ocorridos com portas de elevadores).


