SP terá prédio de lofts comerciais
PUBLICAÇÃO
sábado, 20 de maio de 2000
Da Redação 
Depois do sucesso dos edifícios residenciais Lofts São Paulo I e II, a Stan Desenvolvimento Imobiliário e a Bolsa de Imóveis do Estado de São Paulo, inovam mais uma vez e lançam o Loft Office São Paulo I, numa das regiões mais nobres da capital, a Vila Olímpia.
O projeto do Loft Office, elaborado pelo arquiteto João Armentano, alia o charme característico dos lofts às facilidades e modernidades necessárias ao empreendimento comercial.
O prédio, com sete andares duplex de seis lofts por andar, possui conjuntos com área útil de 73 a 76 m2, com dois banheiros e uma copa, duas vagas de garagem e um depósito cada. O mezanino com pé direito duplo de 5,30m, as instalações do tipo industrial aparentes e as alvenarias laterais em tijolo dão o charme e a sensação de amplitude e liberdade, indispensável no ambiente de trabalho. Outra novidade do projeto é o terraço, uma inovação em prédios comerciais.
O Loft Office o primeiro do gênero no Brasil vai oferecer aos seus ocupantes uma gama de serviços terceirizados de motoboy a faxineira e copeiro, administrados pela empresa Itambé.
A comercialização está sendo feita pela Lopes Consultoria de Imóveis com preços que variam de R$ 190 mil a R$ 230 mil a unidade, dependendo do andar e do final do loft. As obras iniciam-se em setembro com entrega prevista em 24 meses.
Apesar das características voltadas 100% para o conceito de loft, o Loft Office estará nos mesmos padrões de qualidade e modernidade encontrados nos principais edifícios comerciais de São Paulo.
Entre as vantagens do projeto estão a ampla flexibilidade que permite a união de dois ou mais lofts; e o piso elevado em todos os conjuntos.
Além disso, o prédio foi projetado para para oferecer o que existe de melhor no mercado em termos de tecnologia da comunicação telefonia, serviço de voz e rede de dados digital.
Cercado por uma infra-estrutura comercial completa, o concorrido bairro da Vila Olimpia, onde será construído o Loft Office, conta com o suporte de flats, agências bancárias, restaurantes, lojas de rua e galerias comerciais e vem se firmando como uma excelente opção de investimento.
Dados fornecidos pela Bolsa de Imóveis do Estado de São Paulo mostram que a ocupação comercial da região divide-se em 19,84% para o setor industrial, 2,16% responde ao setor financeiro, 5,41% para o setor comercial e 41% ao setor de serviços.


