A arte de viver em condomínio
Viver em condomínio é conviver com pessoas de diferentes costumes, dividir áreas comuns e compartilhar decisões. Para muitos, isso não é tarefa fácil. Há quem diga que viver em condomínio é uma arte, que exige atitudes adequadas. É preciso manter o pagamento das taxas em dia, obedecer as normas estabelecidas no regimento, ser educado e tolerante. Tais atitudes evitam conflitos e deixam o ambiente condominial mais tranquilo e agradável. Vale colocar, que situações que causam, com frequência, desavenças no edifício é a presença de animais de estimação e barulho excessivo. E como lidar com essas situações?

Vale lembrar...
No que diz respeito a animais no condomínio, o artigo 19 do Código Civil traz que cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, podendo usar as partes e coisas comuns de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores. Diante disso, entende-se que desde que o animal não prejudique a segurança, sossego e saúde dos demais moradores, ele pode permanecer no apartamento.
É importante manter o animal com o máximo de higiene possível, vacinado, além de, no caso de cachorro, não deixá-lo latir demais. Alguns regimentos internos estipulam normas para o condômino que tem um animal de estimação. Muitos determinam o elevador que deve ser utilizado e o modo de transporte do animal (colo, guia, caixa própria para locomoção, etc), bem como orienta, dentre outros itens, não deixar os animais transitarem pelas áreas sociais do prédio.


Barulho em excesso
É importante lembrar que das 22 às 8 horas da manhã, é obrigação de todos manter o silêncio. Caso contrário, o ideal é fazer uma reclamação por escrito ao síndico, para que ele possa conferir o barulho e conversar com o morador causador do incômodo.
Em parágrafo único do Código Civil fica claro que o condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido a pagar multa correspondente ao décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, até ulterior deliberação da assembléia.


Natal Solidário
O Diretor de Condomínios do Secovi Londrina, Arthur Harbs, decidiu, mais uma vez, transformar o natal de famílias carentes. Com a ajuda de funcionários do Secovi e dos moradores e funcionários dos prédios que administra - São Paulo Towers, Palace Center e Residencial Higienópolis -, conseguiu apadrinhar mais de setenta crianças assistidas pela Ong Viver. ''Os síndicos deveriam organizar tarefa semelhante'', aconselha Harbs.

Agradecimentos Especiais
A equipe da regional de Londrina do Secovi-PR faz questão de agradecer os patrocinadores, que muito contribuíram para o sucesso do jantar em comemoração ao dia do síndico. São eles: Caixa Economica Federal, Masterseg Sistema de Segurança, Atlas Elevadores, Dezainy Assessoria Condominial, Copagás Distribuidor de Gás, ThyssenKrupp Elevadores, Di Maggio Service e Kanal 7 Eventos. A entidade também contou com o apoio do Sindicato dos Empregados dos Condomínios e Imobiliárias de Londrina (Sindemcom), Ápice Administração de Condomínios, Matincêndio Comércio de Extintores, Mang-Teste, Pelisson e Latorraca Arquitetura, Global Serviços, Estapar Estacionamentos e Comtrat Predial Ltda.

Boas notícias
Durante a semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou números ''animadores'' referentes à economia brasileira. Para se ter uma idéia, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 6,8% no terceiro trimestre em relação a igual período do ano anterior e 1,8% se comparado ao segundo trimestre do ano. Em valores correntes, o PIB ficou em R$ 747,337 bilhões. Os números acima do esperado são vistos como parte da história econômica.

Férias coletivas
Os funcionários da delegacia do Secovi-PR estarão em férias coletivas no período de 22 de dezembro a 10 de janeiro.

Fala Leitor...

Qual a melhor forma de resolver problemas relacionados ao barulho excessivo e a presença de animais no condomínio?

''Primeiramente, deve-se tentar conversar amigavelmente com o condômino, explicando o incômodo que está causando e pedindo mudança de atitude. Caso a conversa não surta efeito, é preciso recorrer ao síndico, que deve tomar as medidas plausíveis, como advertências e multas'', Carolina de Souza Matos, pedagoga




''Na minha opinião, quem mora em condomínio deve ter um comportamento adequado, obedecendo as normas estipuladas. Porém, sabe-se que muitos moradores não cumprem com seus deveres. Nesses casos, é preciso que o síndico tome atitudes, a fim de manter a ordem no ambiente condominial'', Regiane Brocanello, analista contábil

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