São Paulo A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um plano emergencial de obras para o País. As obras, consideradas emergenciais pela CBIC custam R$ 2,61 bilhões.
O documento intitulado Agenda Positiva de Desenvolvimento contém ações de curto prazo nas áreas de habitação e infra-estrutura.
Pelos cálculos da CBIC, é preciso investir R$ 960 milhões na construção de 26.519 unidades habitacionais em 12 Estados. Esse montante, segundo o documento, poderia ser financiado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Ao mesmo tempo, a CBIC pede a retomada das obras contratadas em 2002, que tiveram suspensas as suas liberações de recursos em razão de políticas macroeconômicas. O valor dessas obras, constante do Orçamento Geral da União (OGU), é de R$ 1,65 bilhão.
Segundo a CBIC, essas obras poderão criar 74.510 empregos diretos e 168.600 indiretos, elevar a massa salarial em R$ 496 milhões, além da gerar R$ 205 milhões em impostos.
A cópia do Plano Emergencial de Obras também foi encaminhada para os ministros da Casa Civil, José Dirceu, e da Fazenda, Antonio Palocci.

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