Diminuir custos, preservar a estrutura original do imóvel e otimizar a instalação e a manutenção de equipamentos são apenas algumas das vantagens de se incluir o projeto de monitoramento eletrônico de alarmes já na concepção de um empreendimento. Tão importante quanto projetar a arquitetura e a estrutura do imóvel é saber definir também um eficiente sistema de monitoramento, integrando dispositivos eletrônicos e circuito fechado de TV.
Segundo o Gerente Comercial da Siemens Security, Emerson O. da Silva, a empresa, que é líder no mercado de monitoramento de alarmes 24 horas, oferece total orientação aos projetistas da área de construção com o objetivo de facilitar a instalação de equipamentos, sem prejudicar o aspecto arquitetônico da obra.
''Indicamos toda a infra-estrutura de tubulações e caixas de passagem necessárias para a instalação de terminais de alarme, teclados, sensores e sirenes, com o objetivo de implantar sistemas de monitoramento que sejam totalmente integrados ao Projeto Construtivo do Imóvel'', explica.
Segundo Emerson da Silva, esse procedimento garante um padrão de qualidade estética e técnica do projeto. ''É importante estar atento a pequenos detalhes que preservam a aparência do imóvel, como a incômoda visualização de fios e cabos'', orienta.
A integração entre engenheiros e arquitetos com especialistas da área de monitoramento eletrônico de alarmes confirma essa nova tendência do mercado de construção, o que, em breve, deverá render bons frutos para ambos os setores.
Um dos equipamentos mais utilizados nos sistemas de segurança eletrônica instalados no País é o botão do pânico, que emite sinas para uma central de monitoramento e serve para que o usuário possa solicitar suporte, em caso de assalto ou ameaça à sua casa.
Segundo dados da Associação Brasileira da Empresas de Segurança Eletrônica (Abese), 135 mil imóveis possuíam sistemas de monitoramento e segurança em 1999. A previsão era fechar 2003 ultrapassando a casa dos 200 mil. Segundo a associação, do total, 90% utilizam os botões de emergência.
Na Siemens Security, empresa com mais de 40 mil usuários no Brasil, em torno de 37 mil adotam o botão de pânico como dispositivo de segurança.
O funcionamento é simples. Pequenos botões são instalados em locais discretos, como a cabeceira da cama ou o balcão do banheiro. Um exemplar móvel fica com o proprietário da casa, que pode usá-lo estrategicamente no colar ou na gravata.
Em caso de invasão ou suspeita, um dos botões de pânico é acionado pelo morador. O sinal de emergência é emitido imediatamente. Ao captá-lo, a empresa de monitoramento 24 horas liga para a casa do cliente.
É travado um diálogo curto, cujo objetivo é checar a veracidade do alerta. Se o cliente não mencionar uma senha combinada previamente, a empresa envia uma Unidade Volante de Atendimento para checagem da ocorrência. Essa medida depende de orientações previamente estabelecidas pelo cliente.
De acordo com essas recomendações, a Central de Monitoramento também poderá acionar a polícia se o telefone estiver ocupado, não for atendido ou a ligação for recebida por um estranho.

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