Célia Baroni
O VI Salão de Arte e Antiguidades, um dos mais importantes eventos do setor no Brasil vai reunir este ano 52 expositores entre antiquários, galerias de arte; joalherias e tapeçarias de todo o País divididos em 80 estandes. O evento acontece de 20 a 30 de agosto e vai ocupar 2 mil metros quadrados da área de exposição do clube A Hebraica, em São Paulo. ‘‘Este vai ser o melhor Salão já realizado. Conseguimos reunir os melhores representantes dos antiquários, além de ampliar o número de galerias de arte’’, garante a arquiteta Ariane Juliani, organizadora do evento.
No acervo de peças do Salão deste ano estará exposto o melhor do móvel e prata luso-brasileiros e mobiliário europeu de primeira linha. O VI Salão abre espaço ainda para arte contemporânea.
A Simões de Assis Galeria de Artes, de Curitiba, representa o Paraná no evento. Fundada há 15 anos, a galeria é dirigida pelo arquiteto Waldir Simões de Assis Filho e levará para o salão obras de pintores contemporâneos como Cícero Dias, Tomie Ohtake e Manabu Mabe, entre outros.
Os organizadores estão otimistas. Segundo Ariane Juliani, investir em arte e antiguidades continua sendo um ótimo negócio. ‘‘Independente da época, crise ou calmaria, a arte valoriza ano após ano’’, defende. A expectativa é, no mínimo, atingir os mesmos números do ano passado. Em 98, o Salão recebeu mais de 10 mil visitantes e movimentou cerca de US$ 6 milhões em vendas.

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