São Paulo - O Índice Nacional da Construção Civil (INCC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal, teve variação de 0,90% em maio e avançou 0,49 ponto percentual em relação a abril (0,41%). O resultado foi pressionado pelos reajustes salariais ocorridos em vários Estados.
No acumulado no ano, o índice ficou em 2,62% e, nos últimos 12 meses, em 5,17%. Em comparação com maio de 2006 (1,20%), o índice atual ficou abaixo 0,30 ponto percentual. O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 580,75 em abril para R$ 585,96 em maio, sendo R$ 335,94 relativos aos materiais e R$ 250,02 à mão-de-obra.
O metro quadrado mais caro é o de Roraima (R$ 690,48) e, o mais barato, o do Piauí (R$ 506,14). O Rio de Janeiro tem o segundo custo mais alto (R$ 659,08) e, São Paulo, o terceiro (R$ 651,27).
A parcela dos materiais teve variação de 0,13% em maio, contra 0,36% de abril. A mão-de-obra avançou 1,48 ponto percentual, passando de 0,46% em abril, para 1,94% em maio. Os índices acumulados foram, no ano, de 1,68% (materiais) e 3,91% (mão-de-obra) e, nos últimos 12 meses, de 4,40% (materiais) e 6,24% (mão-de-obra).
Pressionado pelo Espírito Santo (2,75%) e por São Paulo (1,68%), o Sudeste teve o maior índice regional (1,19%) em maio. Ainda acima da média nacional (0,90%), ficou o Sul, com variação de 0,94% em maio. As demais variações regionais ficaram abaixo do índice nacional: Centro-Oeste (0,69%), Nordeste (0,66%) e Norte (0,27%).

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