Respeito ao cidadão
''Pensar em acessibilidade é mais do que uma tendência, é uma necessidade''. A afirmação de Célia Catussi, gerente da Plaenge, mostra o quanto a construção civil está voltada às necessidades das pessoas com deficiência, respeitando as legislações vigentes. Segundo ela, a questão é importante também devido ao aumento de expectativa de vida do brasileiro, que segundo o IBGE é de 74 anos.
Entre os itens incluídos nos projetos da Plaenge, a gerente cita a ausência de obstáculos nos empreendimentos. ''As portas das unidades são mais largas, permitindo o acesso de cadeirantes, e os banheiros são amplos. Na parte exterior, temos piso tátil e rampas que facilitam o acesso'', pontua.
Para José Carlos Spagnuolo, diretor da Spagnuolo Arquitetura, escritório que projeta as obras da A.Yoshii, investir em acessibilidade é uma questão de respeito ao cliente e ao cidadão. ''Nos últimos anos, diversos itens foram agregados, como banheiros, vagas de estacionamento, elevadores com teclas em braile para orientar cegos, entre outros'', comenta.
O diretor explica que para aprovar a construção de um novo empreendimento, as prefeituras exigem acessibilidade em todas as áreas comuns dos condomínios. ''Nos edifícios de até três pavimentos ainda não é exigido o elevador para deficiente visual, mas tem sido recomendada a sua previsão para futura instalação. Nos demais é exigido'', esclarece. (P.C.B.)





