Um móvel multiuso para ocupar ou complementar espaços. Essa é definição quase que unânime de arquitetos para o rack. Ele abriga TV, DVD, aparelho de som, karaokê e deixou de ser exclusividade do mobiliário popular para assumir papel de destaque na decoração das classes A e B.
Para o arquiteto Sandro Castro, o rack foi ‘‘a grande descoberta’’ da decoração atual, apesar de ter sido criado no início dos anos 70. Ele gosta de utilizá-lo encaixado a outros móveis como a estante do home-theater, especialmente se estiver agregado, por exemplo, a uma sala de jantar. ‘‘Ele dá um outro ponto de vista da TV’’, explica.
‘‘É uma alternativa inteligente para espaços pequenos’’, opina a arquiteta Geise Carvalho, de Cambé. A diversidade de estilos e modelos disponíveis para ela, tornam o rack ainda mais funcional. A altura ideal do móvel, para Geise, é a mesma do sofá pois a tendência aponta para a colocação dos aparelhos de TV em nível mais baixo.
Apesar das vantagens do móvel sob medida, o mercado moveleiro, na opinião do arquiteto Henrique Brunelli, oferece boas opções em versatilidade, design e acabamento. O arquiteto desenha para uma indústria de móveis e destaca os cuidados que toma na elaboração dos modelos do móvel, como a disposição de espaços para os aparelhos que irá acomodar. Para a escolha do melhor modelo ele orienta que se avalie primeiro a utilização que o móvel terá. ‘‘Quanto mais limpo for, mais bonito fica’’, observou.
Para Brunelli não há outros móveis na casa que substituam o rack, ao menos com a mesma função. ‘‘A altura e a profundidade não são adequadas’’, avalia. Geise não compartilha da mesma opinião. Ela cita um modelo de mesa de centro disponível no mercado, composta de rodízios, com espaço para vídeo e gavetas.
Serviço
Sandro Castro – Rua Osório Duque Estrada, 74 – (43) 338-2970
Geise Carvalho – Av. Brasil, 347 – (43) 254-3163
Av. J.K. 1133 – (43) 3025-1133
Henrique Brunelli – AV. J.K. 857 – (43) 329-1767

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