Des­de 2005, a le­gis­la­ção obri­ga a se­gre­ga­ção dos en­tu­lhos na pró­pria ­obra e a des­ti­na­ção ade­qua­da de to­dos os re­sí­duos. A res­pon­sa­bi­li­da­de pe­la des­ti­na­ção é de ­quem ge­ra os re­sí­duos. A lei de­ter­mi­na que os pro­je­tos de cons­tru­ção so­men­te po­dem ser apro­va­dos pe­las pre­fei­tu­ras se as cons­tru­to­ras apre­sen­ta­rem tam­bém o Pla­no de Ge­ren­cia­men­to de Re­sí­duos da Cons­tru­ção Ci­vil.
  Es­te pla­no ava­lia a quan­ti­da­de e a qua­li­da­de de to­dos os re­sí­duos re­sul­tan­tes da ­obra e de­fi­ne pa­ra on­de ­eles se­rão des­ti­na­dos de for­ma am­bien­tal­men­te cor­re­ta. A des­ti­na­ção ina­de­qua­da des­tes re­sí­duos é con­si­de­ra­da cri­me am­bien­tal.
  ­Mais in­for­ma­ções po­dem ser ob­ti­das com o en­ge­nhei­ro Fer­nan­do de Bar­ros pe­lo te­le­fo­ne 3025-6640 e com o pa­dre Pau­lo no 3324-1684.

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