Quando o imóvel novo é a melhor opção
PUBLICAÇÃO
sábado, 10 de outubro de 1998
Ligia Barroso 
Quem está planejando a compra da casa própria e precisa de um imóvel já pronto tem obviamente duas opções: o usado ou o novo. O usado, no entanto, mesmo com maior número de ofertas no mercado, nem sempre consegue conciliar e atender facilmente, três pontos considerados prioritários para o futuro e ansioso comprador: bom estado de conservação, preço compatível com o tempo de construção do imóvel e pagamento em condições facilitadas.
Foram estes os pontos que levaram o gerente comercial Jackson Luiz Fuckner, a optar pela compra de um imóvel no Residencial San Michel, acomodando imediatamente a família que vinha de Florianópolis, cidade onde vivia antes de ser transferido para Londrina.
Procurei, durante semanas, um apartamento para alugar. Mas cheguei à conclusão que, ao meu desejo de morar em um imóvel bom, bem acabado e confortável, tinha que somar um valor de aluguel - que considerei alto -, mais IPTU e condomínio; custos acima dos previstos inicialmente para os gastos com locação. Como tinha pressa, passei para o departamento de vendas de imóveis usados das imobiliárias, pensando em investir o valor do aluguel em um apartamento próprio. Também não deu certo, pois em alguns casos, o preço não estava compatível com o estado de conservação do imóvel ou deixava a desejar quanto à sua localização, em outros, o acabamento interno precisaria ser trocado ou retocado, e eu não tinha tempo para reformas, nem para mais buscas.
Com o caminhão de mudança e a família à caminho, tomei a decisão que considerei mais sensata: investir em um apartamento novo, pronto para morar. Em um dia fechei o negócio, pois na maioria das vezes, é mais fácil negociar diretamente com a construtora. No dia seguinte nos mudamos. Isto foi na terça-feira desta semana.
Com a casa ainda por montar, o casal Flávia e Jackson, e os dois filhos, dizem não ter do que reclamar. Temos a sacada para enfrentar o verão londrinense, acabamento interno moderno e de qualidade, e colégio das crianças e supermercados a poucas quadras de casa; até a garagem extra para o barco, conseguimos. Só falta mesmo, diz o novo morador, é a liberação de uma linha telefônica pela companhia de serviços da nossa nova cidade.


